Procrastinação: por que adiamos tarefas e como começar por um passo possível
O atraso nem sempre é preguiça. Veja como distinguir uma pausa necessária do adiamento que pesa e organizar uma primeira ação.
A Psique reúne matérias em que a experiência humana é observada a partir de conflitos, desejos, defesas, vínculos, imagens e formas de elaboração subjetiva. É um território amplo: nele convivem leituras psicanalíticas, contribuições da psicologia analítica e outras abordagens psicológicas quando elas ajudam a formular melhor uma questão, sem reduzir a complexidade da experiência a um diagnóstico ou a uma explicação única. Na Revista Alma, Psique funciona como território de investigação. As matérias podem partir de uma obra, de uma relação, de uma imagem simbólica ou de uma situação cotidiana, mas retornam à pergunta sobre como nos constituímos, como sustentamos determinadas identidades e como aquilo que não compreendemos inteiramente também participa de nossas escolhas.
O atraso nem sempre é preguiça. Veja como distinguir uma pausa necessária do adiamento que pesa e organizar uma primeira ação.
Mudar de estratégia pode ser difícil. Um exemplo cotidiano ajuda a separar adaptação, preferências e limites que precisam ser respeitados.
Uma compra fora do plano ajuda a entender esse desconforto e a diferença entre rever uma decisão e apenas justificá-la.
Você acompanha os vídeos, reconhece o jeito de falar e fica feliz quando aquela pessoa conta uma conquista. Ela aparece no seu café da manhã, no caminho para o trabalho ou na hora de descansar. Aos poucos, parece fazer parte da sua…
Entenda a diferença entre ego e autoestima com exemplos do cotidiano e veja como essas palavras aparecem em conversas sobre críticas e orgulho.
Jung, individuação e redes sociais: como a conformidade digital pode transformar desejos e opiniões prontas em uma voz que parece nossa.
Por que alguns objetos se tornam difíceis de guardar, usar ou deixar ir depois que uma relação termina? Um ensaio sobre memória, ausência e o sentido que muda com o tempo.
Uma leitura de Bates Motel sobre dependência emocional, culpa, limites e a difícil separação entre mãe e filho.
Uma leitura psicanalítica e autoral de A História Sem Fim sobre luto infantil, contos de fadas e a fantasia como linguagem para o que ainda não se consegue dizer.
Uma leitura simbólica do arcano A Força, do tarô Waite-Smith, sobre sombra, instinto, raiva e a possibilidade de reconhecer o que tentamos reprimir.
Como trauma, corpo e cognição participam da confiança — nos vínculos íntimos e na convivência social, sem reduzir conflitos à fisiologia.