O pão certo
Conto autoral sobre Dillan, cidadania, convivência e o conflito por um pedido errado em uma lanchonete após uma eleição.
Conto autoral sobre Dillan, cidadania, convivência e o conflito por um pedido errado em uma lanchonete após uma eleição.
Por que alguns objetos se tornam difíceis de guardar, usar ou deixar ir depois que uma relação termina? Um ensaio sobre memória, ausência e o sentido que muda com o tempo.
Uma leitura de Bates Motel sobre dependência emocional, culpa, limites e a difícil separação entre mãe e filho.
Uma leitura psicanalítica e autoral de A História Sem Fim sobre luto infantil, contos de fadas e a fantasia como linguagem para o que ainda não se consegue dizer.
Uma leitura simbólica do arcano A Força, do tarô Waite-Smith, sobre sombra, instinto, raiva e a possibilidade de reconhecer o que tentamos reprimir.
Uma leitura simbólica de A Força no tarô Rider-Waite-Smith: o leão, as flores, o infinito e a coragem de acolher o instinto sem ser dominada por ele.
Como trauma, corpo e cognição participam da confiança — nos vínculos íntimos e na convivência social, sem reduzir conflitos à fisiologia.
Uma leitura junguiana de O Carro, do tarô de Waite-Smith, em diálogo com a psicanálise: ego, sombra, controle, autonomia e direção.
Uma leitura autoral de O Carro, sétimo arcano maior do tarô de Waite-Smith: vontade, contradição, direção e a coragem de avançar.
Como regras da família, da escola e da cultura se tornam vozes íntimas — e como distinguir herança, culpa e escolha própria.
Uma leitura junguiana de Os Enamorados no tarô de Waite-Smith: paixão, idealização, sombra, desejo e a difícil arte de amar o outro real.