Ato falho: o que Freud quis dizer com isso — e por que nem todo engano revela um segredo
Trocar um nome desperta curiosidade, mas não prova uma intenção. Entenda a leitura psicanalítica e o que os estudos da linguagem investigam.
Psicanálise reúne textos em que conceitos e problemas da tradição psicanalítica participam diretamente da leitura editorial. Inconsciente, desejo, falta, repetição, fantasia, defesa, conflito e relação com o outro aparecem como instrumentos de investigação, não como rótulos aplicados de fora à experiência. As matérias desta categoria distinguem referência teórica, interpretação editorial e elaboração autoral. O objetivo não é diagnosticar personagens, leitores ou situações à distância, mas explorar como certas ideias psicanalíticas podem ampliar perguntas sobre o que fazemos, evitamos, repetimos e buscamos quando nem tudo em nós se deixa dizer de forma imediata.
Trocar um nome desperta curiosidade, mas não prova uma intenção. Entenda a leitura psicanalítica e o que os estudos da linguagem investigam.
Uma leitura autoral do Hierofante no tarô Waite-Smith: tradição, superego, autoridade interior e a difícil arte de ficar de pé.
Uma leitura freudiana sobre identidade, inconsciente, Narciso e Édipo — com distinções entre interpretação psicanalítica, mito e fato histórico.
Uma leitura lacaniana sobre vigilância afetiva, intimidade como conteúdo e a fantasia familiar que organiza autoridade, proteção e controle.
Uma leitura crítica de Cisne Negro sobre perfeccionismo, relação materna, duplo, abuso de poder e os limites entre ficção e diagnóstico.
Uma leitura freudiana sobre inconsciente, recalque, sintomas e repetição — e sobre o que escapa à história que contamos sobre nós mesmos.
Uma leitura simbólica e psicanalítica da Imperatriz no tarô Waite-Smith: criação, corpo, desejo, cuidado, abundância e a difícil arte de soltar.
Uma leitura simbólica e autoral da Sacerdotisa do Tarô a partir de Freud, Jung e Lacan: véu, silêncio, inconsciente e o limite da palavra.
Um ensaio sobre angústia existencial, desejo, papéis sociais e a possibilidade de fazer escolhas sem desaparecer de si.