O Carro e a disciplina de conduzir a si mesmo
Uma leitura junguiana de O Carro, do tarô de Waite-Smith, em diálogo com a psicanálise: ego, sombra, controle, autonomia e direção.
Uma leitura junguiana de O Carro, do tarô de Waite-Smith, em diálogo com a psicanálise: ego, sombra, controle, autonomia e direção.
Uma leitura junguiana de Os Enamorados no tarô de Waite-Smith: paixão, idealização, sombra, desejo e a difícil arte de amar o outro real.
Uma leitura autoral do Hierofante no tarô Waite-Smith: tradição, superego, autoridade interior e a difícil arte de ficar de pé.
Uma leitura freudiana sobre identidade, inconsciente, Narciso e Édipo — com distinções entre interpretação psicanalítica, mito e fato histórico.
Uma leitura lacaniana sobre vigilância afetiva, intimidade como conteúdo e a fantasia familiar que organiza autoridade, proteção e controle.
Uma leitura crítica de Cisne Negro sobre perfeccionismo, relação materna, duplo, abuso de poder e os limites entre ficção e diagnóstico.
Uma leitura simbólica de O Imperador no tarô Waite-Smith: autoridade, limites, rigidez, sombra e responsabilidade na vida psíquica.
Uma leitura freudiana sobre inconsciente, recalque, sintomas e repetição — e sobre o que escapa à história que contamos sobre nós mesmos.
Uma leitura simbólica e psicanalítica da Imperatriz no tarô Waite-Smith: criação, corpo, desejo, cuidado, abundância e a difícil arte de soltar.
Uma leitura simbólica e autoral da Sacerdotisa do Tarô a partir de Freud, Jung e Lacan: véu, silêncio, inconsciente e o limite da palavra.