O Diabo no tarot: apegos, desejo e a possibilidade de escolher
Nem tudo o que prende parece uma corrente. O Diabo convida a reconhecer apegos, relações de poder e repetições que estreitam nossas escolhas — sem transformar desejo ou […]
Nem tudo o que prende parece uma corrente. O Diabo convida a reconhecer apegos, relações de poder e repetições que estreitam nossas escolhas — sem transformar desejo ou […]
Conto autoral sobre Dillan, cidadania, convivência e o conflito por um pedido errado em uma lanchonete após uma eleição.
Um ensaio sobre a diferença entre perder e soltar — e sobre aquilo que cai de nós não porque deixou de importar, mas porque faltaram condições para sustentá-lo.
Jung, individuação e redes sociais: como a conformidade digital pode transformar desejos e opiniões prontas em uma voz que parece nossa.
Por que alguns objetos se tornam difíceis de guardar, usar ou deixar ir depois que uma relação termina? Um ensaio sobre memória, ausência e o sentido que muda com o tempo.
Uma leitura de Bates Motel sobre dependência emocional, culpa, limites e a difícil separação entre mãe e filho.
Uma leitura psicanalítica e autoral de A História Sem Fim sobre luto infantil, contos de fadas e a fantasia como linguagem para o que ainda não se consegue dizer.
Uma leitura do Eremita no tarô Waite-Smith: a lanterna, o cajado, a montanha e a fronteira entre recolhimento, orientação e fuga.
Uma leitura simbólica do arcano A Força, do tarô Waite-Smith, sobre sombra, instinto, raiva e a possibilidade de reconhecer o que tentamos reprimir.
Uma leitura simbólica de A Força no tarô Rider-Waite-Smith: o leão, as flores, o infinito e a coragem de acolher o instinto sem ser dominada por ele.