APROFUNDAMENTO DO TERRITÓRIO

Arcanos Maiores

Arcanos Maiores reúne as matérias dedicadas às vinte e duas cartas que formam a sequência mais conhecida do Tarot. Cada carta pode ser observada por sua composição visual, história iconográfica, lugar dentro de determinados baralhos e pelas leituras simbólicas que se desenvolveram em diferentes tradições.A Revista Alma evita reduzir essas cartas a palavras-chave fixas. O interesse está em acompanhar como gestos, personagens, objetos e relações presentes nas imagens podem sustentar interpretações distintas — históricas, esotéricas, psicológicas ou autorais — desde que cada camada seja identificada com clareza.

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Temas que atravessam este território

Rider-Waite-Smith

O Rider-Waite-Smith ocupa um lugar central no imaginário contemporâneo do Tarô. Suas imagens não apenas organizam uma tradição visual: elas também oferecem uma linguagem simbólica capaz de articular escolha, conflito, desejo, poder, medo, transformação e experiência humana.
Nesta Alma, reunimos as leituras da Revista Alma dedicadas ao baralho concebido por Arthur Edward Waite e ilustrado por Pamela Colman Smith, observando tanto seus elementos iconográficos quanto as interpretações simbólicas e autorais que surgem a partir deles. Mais do que apresentar significados fixos para as cartas, este conjunto procura acompanhar como símbolos, personagens e cenas do Rider-Waite-Smith podem abrir perguntas sobre a experiência interior e sobre as formas pelas quais damos sentido ao que vivemos.

8 leituras neste território

Autoconhecimento

Autoconhecimento, na Revista Alma, não significa encontrar uma definição definitiva de quem somos. É o movimento de reconhecer aquilo que nos atravessa: desejos, medos, contradições, sombras, escolhas, limites e formas de relação com o próprio poder.
Nesta Alma, reunimos leituras em que a psique, o simbolismo e o Tarô se tornam caminhos de investigação da experiência interior. O inconsciente, a autoridade, a escolha, o silêncio, o recomeço e a relação com aquilo que tentamos controlar ou esconder aparecem como diferentes portas para uma mesma pergunta: o que podemos perceber sobre nós quando deixamos de procurar respostas prontas e começamos a sustentar o encontro com aquilo que ainda não compreendemos?

5 leituras neste território